Entenda como funciona o abono de faltas e fique ligado nas normas que determinam esse benefício para o trabalhador

Conforme já abordado em uma série de artigos publicados no Blog Convenia, as normas que regem a CLT (Consolidação das Leis de Trabalho) contam com diferentes garantias para evitar prejuízos e problemas para empregado e empregador. Dessa forma, o abono de faltas existe para que colaboradores que se ausentam do trabalho por motivos justificados não sejam prejudicados, recebendo integralmente a remuneração acordada junto à empresa em que atua.

No entanto, a justificativa de uma falta no trabalho não consiste apenas em um simples aviso aos superiores, mas na declaração de que tal ausência aconteceu em função de itens presentes entre as normas da CLT – sendo que isso deve ser devidamente provado por meio de documentos específicos e que deem o direito do abono de faltas ao trabalhador em questão.

Enquanto muito acabam lidando com situações em que precisam acompanhar alguém doente ao médico, por exemplo, esse tipo de falta não é considerado entre as que podem ser abonadas no futuro; já que, para ter o benefício do abono, o próprio empregado deve ser a pessoa doente – apresentando a empresa um atestado médico que comprove a sua impossibilidade de trabalhar naquela ocasião específica.

Embora as ausências por motivo de doença sejam, de forma geral, as mais comuns no mundo corporativo, há mais uma série de ocasiões em que uma falta pode ser justificada – e, portanto, abonada – entre as regras da CLT, incluindo o casamento do colaborador (que dá direito a três dias de afastamento); o falecimento de algum parente próximo ou cônjuge do empregado (que garante até oito dias de ausência); e o nascimento de um filho do funcionário (que abona até cinco dias seguidos afastado das funções).

Imagem: reprodução

Gestão e cálculo de férias com abono pecuniário

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Equipe Convenia