Incentivos não financeiros no trabalho

Saiba como os benefícios não financeiros podem trazer grandes resultados e aumentar a felicidade de equipes corporativas

Benefícios não corporativos

O oferecimento de benefícios não financeiros tem se apresentado no mercado como uma opção cada vez mais frequente em empresas com funcionários extremamente satisfeitos; no entanto, estratégias de inovação e mudança devem ser especialmente elaboradas e seguidas para que esse tipo de bonificação tenha valor aos olhos dos colaboradores – tendo em vista que, para manter equipes felizes, a evolução deve ser constante.

Tendo o Facebook como um exemplo a ser seguido, as empresas que apostam em benefícios não financeiros são, em sua maioria, povoadas com profissionais jovens e absolutamente conectados às mais novas ferramentas tecnológicas. Dito isso, fica mais fácil entender a necessidade de mudança e avanço dessa geração de trabalhadores, que está sempre em busca de algo novo e animador para manter altos os níveis de motivação e produção.

Causando uma grande onda de animação quando apresentados, tais benefícios passam a ter menos valor para os colaboradores com o passar do tempo, exigindo que líderes e profissionais de recursos humanos desenvolvam novas opções e ideias que atraiam os funcionários de uma empresa.

Portanto, o foco na elaboração de uma estratégia eficiente para influenciar funcionários deve se manter na promoção do sentimento de novidade e de engajamento aos olhos dos funcionários – que passam a ter mais interesse no trabalho (em busca dos benefícios não financeiros de seu agrado) e interagir mais no ambiente corporativo.

Fazer a renovação dessas bonificações de forma anual pode ser uma boa saída para manter colaboradores interessados, sendo que a comunicação com os funcionários é primordial nesse momento – garantindo que os benefícios mais apreciados pelas equipes sejam mantidos, e reformulando os mais antigos e que não fazem parte da lista dos mais valorizados.

Definir regras específicas para que os funcionários adquiram o direito a tais benefícios corporativos também é importante, já que em muitos casos em que todos são beneficiados, o “prêmio” perde parte do seu valor, por ser considerado uma vantagem coletiva.

A verificação da viabilidade de ideias animadoras deve ser prioridade no processo de estratégia de benefícios e, em tempo de recursos limitados, a escolha dos agrados não financeiros deve ser feita pelos próprios colaboradores – já que o envolvimento dos funcionários no processo de decisão é a melhor forma de manter o que realmente motiva e aumenta a produtividade de uma empresa.

Imagem: reprodução

 

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