Lições que o RH pode aprender com Pokémon GO

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Se você não passou as últimas duas semanas trancado em um porão, sem qualquer comunicação com o mundo exterior, com certeza foi abalroado pela febre causada por Pokémon GO.

No início, o hype atingiu o Brasil somente via notícia e vídeos estrangeiros, pois o jogo ainda não estava disponível em terras tupiniquins. Mas ontem o momento tão esperado chegou: Pokémon GO aterrissou em solo brasileiro, e já podemos testemunhar inúmeros pedestres andando desatentos pelas ruas, sem desgrudar o olho da tela do celular em busca de capturar alguma criaturinha.

Está difícil enxergar alguma relação entre essa nova onda e o seu trabalho no RH? Fica tranquilo, o blog do Convenia fez o serviço para você. Colocamos abaixo algumas surpreendentes lições que o RH pode aprender com Pokémon GO:

1. O RH pode entrar na onda Tech

Pokémon é uma franquia antiga. Não se pode dizer que a franquia estava adormecida, afinal muitos produtos — dentre eles jogos de videogame e a série animada — continuaram sendo lançados desde que surgiu o primeiro produto da marca, em 1995. Mas, pelo menos para o grande público, Pokémon era uma vaga lembrança, muito distante de ocupar qualquer lugar na conversa do dia-a-dia.

Foi somente com Pokémon GO que as criaturas capturáveis voltaram a ser pauta (e atingiram um patamar de atenção nunca antes vislumbrado pela marca). E sabe por quê? Porque a marca abraçou a tecnologia. O jogo é jogado em smartphones, dispositivos que todas as pessoas do mundo usam a qualquer hora e em qualquer lugar. A Nintendo, fabricante e dona dos direitos da marca, percebeu que a ideia ficaria muito mais restrita caso as pessoas só pudessem jogar em consoles, então ampliou para um aparelho massificado e de fácil uso.

O RH também pode (e caso queira se tornar mais eficiente, deve) abraçar a tecnologia de fácil uso para otimizar seus processos. E isso significa se apoiar em tecnologias com as quais a área historicamente não é acostumada a lidar — diferentemente do que acontece com Marketing e Vendas, que há tempos usam softwares para automatizar suas tarefas do dia-a-dia.

Imagine o ganho que o departamento de Recursos Humanos teria se atividades burocráticas como cálculo de folha de pagamento, cálculo e controle de férias, conciliação de benefícios corporativos e gestão de ponto eletrônico fossem executadas por meio de um software. Imagine a facilidade de realizar essas tarefas com menos chances de erros, com mais segurança de dados e com menos trabalho braçal.

O RH que abraça a onda Tech é o RH moderno e eficiente. Assim como Pokémon GO.

2. O RH pode ter prestígio com outros públicos

Pokémon GO não está sendo jogado apenas por quem era criança em 1999 e começou a acompanhar a série animada na televisão. As gerações mais novas e mais antigas entraram na brincadeira e agora jogam de “igual pra igual” com os primeiros fãs. Todo mundo está convidado para essa festa.

De maneira análoga, o RH pode ter prestígio com outros públicos. E por outros públicos leia-se “por outras áreas dentro da empresa”. Tradicionalmente, o departamento de Recursos Humanos não recebe o devido reconhecimento dentro da organização, com seus profissionais tendo menos poder de decisão em assuntos macro e ganhando salários menores do que seus pares de outros setores. Grande parte disso se deve à dificuldade em perceber os resultados econômicos que o RH traz para a empresa — dificuldade essa que é tanto culpa dos CEO’s em apreciar o trabalho do departamento, como do próprio departamento em mostrar os impactos efetivos de suas ações.

Não deveria e nem precisaria ser assim. Primeiro, porque RH é responsável por contratar pessoas, que são o ativo mais precioso para qualquer organização. Além disso, na grande maioria das organizações, o Departamento Pessoal é uma área subordinada ao RH, e, por mais incrível que pareça, mais de 70% dos gastos de uma empresa podem ser custos de pessoal. Moral da história: o RH tem relação direta com o dinheiro que a empresa faz.

Portanto, a área de Recursos Humanos que:

  • se dedica a reduzir ao máximo os custos advindos do Departamento Pessoal;
  • prova o tempo todo o ROI de suas ações por meio de métricas como custo por contratação, receita por funcionário, custo de benefício, custo do turnover, tempo médio de preenchimento de vaga, dentre outras;
  • se aproxima do departamento de Finanças;

é aquela que terá prestígio com outros públicos.

3. O RH pode ser cool

Se você for analisar as características principais de Pokémon — monstros colecionáveis, batalhas com golpes mirabolantes e líderes de ginásio portadores de insígnias — associações com a temática nerd começam a brotar em sua cabeça. Quem diria que algo nerd se tornaria tão cool? Até celebridades como Justin Bieber e o guitarrista John Mayer entraram na dança e publicaram em redes sociais imagens suas se divertindo com o jogo.

O RH é mais ou menos assim. Ele não é nerd, mas é de nicho. Não é um segmento considerado cool pela maioria das pessoas, que tendem a associá-lo com burocracia e talvez até monotonia. Mas quando você combina os dois itens anteriores (tecnologia + prestígio com outros públicos), qualquer coisa fica cool.

Boa parte da atitude cool do RH também deriva do quão estratégica é a área para a empresa. E esse é um desafio em muitas PME’s, e até mesmo em grandes corporações, nas quais a área é tão atribulada com atividades burocráticas que não sobre tempo e energia para se dedicar a tópicos como recrutamento e seleção, treinamento de colaborador e plano de carreira. Essa parte estratégica é a que de fato aufere resultados para a empresa. Esse é o RH cool.

Dica para quem quer ter um RH cool

Se depois de ler esse texto você ficou com vontade de ter um RH cool (ou ficou na dúvida se o seu é ou não), colocamos aqui algo que pode te ajudar. Nós no Convenia temos um software de gestão e controle de Departamento Pessoal que automatiza tarefas burocráticas como controle de férias, organização de informações e documentos de colaboradores, gestão de benefícios, dentre outros. Ou seja, é uma ferramenta que alivia a rotina do RH para que ele cuide de aspectos estratégicos e, por consequência, se torne mais cool.

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