7 erros para evitar na pesquisa de clima organizacional

7 erros para evitar na pesquisa de clima organizacional

Tempo de leitura: 5 minutos

A pesquisa de clima organizacional é uma ferramenta amplamente usada pelos profissionais do setor de Recursos Humanos nos dias de hoje. Afinal, ela permite que dados específicos sejam coletados e que, com isso, novas estratégias e planejamentos sejam feitos para melhorar o que deve ser modificado e manter o que está dando certo.

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Tendo a oportunidade de promover a instalação de um ambiente de trabalho mais agradável, em razão dos resultados da pesquisa de clima organizacional, os profissionais de RH devem estar atentos na hora de aplicar esse estudo específico, para garantir o máximo de eficiência.

Mas, como é feita uma pesquisa de clima organizacional?

Existe uma série de erros que podem acabar comprometendo os resultados, impedindo que qualquer tipo de melhoria seja feito na empresa e no seu ambiente de trabalho. Descubra quais são os 7 equívocos que precisam ser evitados.

1. Não comunicar aos colaboradores os objetivos da pesquisa

Aplicar a pesquisa como se fosse apenas um questionário é um erro que pode minar completamente os resultados da estratégia. Isso porque os colaboradores podem acabar se sentindo enganados pela falta de transparência do RH.

Os profissionais precisam saber que a pesquisa de clima organizacional é uma forma de ouvi-los e de conhecer os funcionários mais profundamente para promover mudanças positivas. Uma comunicação eficiente nesse momento também ajuda a obter respostas reais e não manipuladas.

2. Não ter objetivos concretos ao aplicar esse tipo de avaliação

Não ter objetivos concretos ao aplicar uma pesquisa de clima é outro erro comum, que pode fazer com que a organização perca muito tempo. É fundamental elaborar um planejamento prévio para definir as metas da pesquisa. Para traçar objetivos, a gestão pode fazer as seguintes perguntas:

  • O que o RH precisa saber sobre as equipes?
  • Quais serão os indicadores usados?
  • Qual tipo de resultado é ou não satisfatório?
  • O que será feito com o resultado obtido?

3. Não garantir o anonimato

Expor os colaboradores com a falta de anonimato é um erro grave que pode comprometer os resultados da pesquisa. Entre os motivos para isso está o receio que muitos podem ter em ser sinceros sobre suas opiniões, esperando algum tipo de represália.

Outro possível problema decorrente da ausência de anonimato é a possível parcialidade por parte dos gestores. Ao ver os resultados, podem acabar desenvolvendo uma percepção negativa sobre colaboradores.

O ideal é que todos sejam conscientizados sobre a importância da honestidade nas respostas, mostrando que essa postura vai garantir mudanças positivas para o coletivo.

4. Ignorar os resultados obtidos com a realização da pesquisa

Essa é mais uma forma de desperdiçar tempo, já que a função desse estudo é, justamente, a elaboração de novas e melhores estratégias. Para otimizar os resultados, um novo planejamento deve ser desenvolvido a partir dos dados concretos da pesquisa.

Não fazer isso pode prejudicar a organização, que deve, na realidade, se propor a fazer as mudanças necessárias segundo o estudo.

5. Não engajar os colaboradores a partir da pesquisa

Guardar os resultados apenas para o RH e para os gestores é outro equívoco. A pesquisa de clima organizacional precisa ser um documento público da empresa e os colaboradores devem ser integrados nas ações que serão aderidas dali por diante.

Dessa maneira, as equipes poderão se engajar em melhorar o clima organizacional. Elas se sentirão, além de ouvidas, participantes das mudanças estratégicas.

6. Ter pressa demais na hora de promover as mudanças

Essa pressa pode acabar assustando os funcionários, deixando-os inseguros. Isso pode contribuir muito para quedas de produtividade e para a falta de motivação dos colaboradores.

As mudanças devem ser feitas a partir dos resultados e de análises sólidas do retorno que elas trarão. Adotar a transparência e deixar os profissionais informados sobre esse processo é a melhor maneira de evitar insegurança e desânimo.

7. Não cumprir as etapas da aplicação da pesquisa

A pesquisa de clima organizacional tem uma estrutura de aplicação que favorece um diagnóstico mais preciso. Consequentemente, gera mudanças mais acertadas na organização. Entender as etapas e cumpri-las é fundamental para o sucesso da estratégia. Essas fases são:

  • identificação da necessidade da pesquisa;
  • planejamento e criação de objetivos;
  • escolha da metodologia a ser aplicada;
  • comunicação aos colaboradores;
  • aplicação da pesquisa;
  • mensuração e avaliação dos resultados;
  • divulgação dos resultados;
  • criação de iniciativas para melhoria do clima.

Evitando esses erros, sua organização vai poder experimentar os benefícios de uma pesquisa de clima organizacional bem executada. Os colaboradores ficam mais integrados e passam a confiar no RH como parceiro e os gestores também entendem o esforço do setor para desenvolver a empresa.

Outra vantagem é um conhecimento mais aprofundado do perfil e das opiniões dos funcionários sobre o negócio. Essa visão mais ampla garante que a tomada de decisões seja realizada com mais probabilidade de acertos, gerando melhorias e fortalecendo a cultura.

A pesquisa de clima organizacional é uma ferramenta estratégica para uso do RH. Que tal usá-la como aliada da gestão de pessoas em sua organização? Temos um e-book que vai ajudar você a entender a fundo o que é o clima organizacional e como o RH pode trabalhar para mensurá-lo e melhorá-lo. Faça o download gratuito e boa leitura!

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