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A contratação de treinees passa a ser reavaliada pela maioria das grandes empresas brasileiras, colocando o futuro destes novos profissionais em xeque
A formação de jovens e de novos profissionais sempre teve os programas de treinees entre suas principais bases; no entanto, nos últimos dois anos, o cenário das ofertas para esse tipo de programa vem se modificando, e as grandes empresas (responsáveis por boa parte desses tipos de projeto) andam reavaliando o quanto vale a pena seguir com este modelo de treinamento específico em suas dependências.
Grandes nomes corporativos que, tradicionalmente, sempre investiram em treinees – incluindo Bosch, Basf e Itaú Unibanco – andam diminuindo consideravelmente o número de candidatos para esse tipo de programa, levando em consideração uma série de questões que modificam o modo como esses treinamentos são encarados no mundo corporativo. Enquanto a falta de mão-de-obra qualificada e a luta pelo recrutamento dos melhores talentos sempre foram presentes no ambiente empresarial, os programas de treinees seguiam em alta – possibilitando que grandes corporações pudessem qualificar novos profissionais e, automaticamente, ganhar vantagem em uma possível efetivação e permanência destes colaboradores em seus times de colaboradores.
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