Marcelo Furtado é Administrador de empresas com pós-graduação em Engenharia Financeira pela Poli-USP. Iniciou sua carreira na Pepsico e posteriormente trabalhou 8 anos com gestão de ativos em hedge funds. É cofundador da Convenia, primeiro software na nuvem de Gestão de RH e Departamento Pessoal voltado para pequenas e médias empresas no Brasil. Marcelo também atua como professor de Marketing Digital na ESPM-SP e mentor na ACE e Google Campus.
Com a aproximação do Dia dos Namorados, estamos no contexto certo para abordar uma dúvida comum no RH: como criar uma política de namoro na empresa?
O relacionamento afetivo entre profissionais da mesma organização costuma ser motivo de apreensão e constrangimento, tanto por parte dos envolvidos como da empresa. Já falamos sobre como o casal deve se portar nesse artigo. Portanto, a ideia aqui é focar no âmbito do RH.
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Muitas vezes achamos que o lucro de uma empresa depende exclusivamente do aumento nas vendas, abertura de um novo mercado, criação de um novo produto, entre outros itens que não são tão fáceis de se conquistar. O que nos esquecemos é que a maior fonte de lucro da sua empresa talvez esteja bem à sua frente (e superacessível): melhorar os processos atuais.
Em nosso relacionamento com dezenas de milhares de pequenos e médios negócios, notamos que a gestão do Departamento Pessoal é fortíssima candidata a trazer um aumento de lucratividade significativo na empresa. A oportunidade é grande, pois muitas vezes o Departamento Pessoal não é alvo de atenção dos sócios e da alta direção como deveria. Neste artigo, vamos listar 7 maneiras de como o Departamento Pessoal pode impulsionar o lucro da sua empresa. O conceito de Lucro
Produtividade é um dos predicados mais valorizados no mundo corporativo. Qual profissional não é cobrado de seu chefe para produzir o máximo possível?
No RH não é diferente. Todos os colaboradores e gestores de Recursos Humanos desejam ser mais produtivos e apresentar os melhores resultados para a empresa.
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A maioria dos departamentos de Recursos Humanos de empresas brasileiras se enquadram na seguinte descrição: mesas cobertas por pilhas de papéis, muito tempo gasto na em atividades de Departamento Pessoal (controle de férias, gestão de benefícios, admissões/desligamentos, e por aí vai) e uso intensivo de planilhas de Excel para computar dados.
Se você se identificou com as características descritas acima, é porque o RH da sua empresa está atolado de tarefas burocráticas e não tem tempo para se dedicar ao que é mais importante, a gestão de pessoas.
Doações são uma prática comum em empresas socialmente engajadas. Para algumas, manter a reputação de uma organização preocupada com a comunidade já é motivo mais do que suficiente para reservar uma quantia de dinheiro anual (ou mensal) a projetos sociais.
Imagine o quão mais motivadas a contribuir ficariam essas e outras empresas se soubessem que a contrapartida de investir em instituições como ONG's seria ganhar descontos em uma série de produtos e serviços -- como cinema, restaurantes, academias, lojas e cursos de idiomas.
Essa é a proposta de valor da Get2gether, start-up fundada por Bruno Ramuth e Fernando Branco que tem como mote proporcionar uma relação "ganha ganha" entre empresas e ONG's. O "ganha ganha" vem da ideia de que tanto as ONG's ganham com o dinheiro recebido, como as empresas ganham com os descontos.
Você sabe como a maioria dos departamentos de Recursos Humanos fazem a Gestão de Férias de seus funcionários?
Se sua resposta foi "com planilhas de Excel, trocas de e-mail entre funcionário-chefe-RH e diálogos no tête-a-tête entre funcionários do RH e os colaboradores", então você acertou. As tarefas diárias da área de Recursos Humanos de organizações de todos os portes, com poucas exceções, ainda são alicerçadas em trabalho manual, planilhas espalhadas e alta dependência do escritório de Contabilidade parceiro.
Algum tempo atrás, pensar em um departamento de Recursos Humanos focado em ROI (return on investment) não passava de uma ideia inocente. Ter um departamento de Finanças, de Vendas, ou até de Marketing, com o viés do retorno sobre o investimento era até óbvio, mas um RH com preocupação financeira como sua principal diretriz?
Os pensamentos que surgem na cabeça de gestores de RH quando se defrontam com esse conceito é:
“Como vou me preocupar com resultados financeiros se minha área lida com assuntos como contratações, desligamentos, benefícios e folha de pagamento?”
Fantasmas são criaturas perigosas e aterrorizantes por causa de seu poder de invisibilidade. Às vezes estão muito próximos de nós e, mesmo assim, não temos a mais pálida ideia de que existem (e menos ainda do mal que nos fazem).
É o que acontece com os fantasmas que assombram a área de Recursos Humanos das mais variadas empresas. Eles sugam tempo dos colaboradores e dinheiro dos donos com um aspirador mudo.
Mas antes que você comece a duvidar do estrago que essas almas malignas podem causar em seu negócio, presta atenção em um dado inimaginável (mas verdadeiro): você sabia que os custos envolvidos nas tarefas de Departamento Pessoal - como folha de pagamento e benefícios corporativos - podem chegar a 72% da receita bruta da empresa?
No Brasil, 30% dos novos negócios quebram nos dois primeiros anos de atividade.
Algumas das causas são bem óbvias. De acordo com uma pesquisa conduzida pelo Sebrae-SP em 2014, os três principais culpados pela elevada taxa de mortalidade de empresas brasileiras são falta de clientes, alta carga tributária e ausência de capital de giro.
Mas um dos motivos que figuram no topo das lista de motivos é ignorado por muitos que estão em vias de abrir o próprio empreendimento: a escolha errada do sócio de negócio.
Poucos gestores duvidam de que funcionários motivados são funcionários produtivos. O fator motivação no trabalho (ou engajamento), portanto, não deve ser jogado para escanteio, ou tratado com pouca prioridade, pelos que almejam altos níveis de produtividade e eficiência por parte dos colaboradores.
Atingir patamares elevados de engajamento pode ser barato - se você souber quais ações tomar.
Vale salientar que o sucesso começa pelos líderes da organização. O papel deles não se restringe apenas a definir e aprovar as práticas: é preciso que eles também participem e que também zelem pelos canais de comunicação interna que serão usados para divulgar as ações.
A razão pela qual você deve adotar uma plataforma para Gestão de Recursos Humanos não é apenas levar mais eficiência ao seu dia-a-dia e manter as informações de seus funcionários organizadas. Vai além disso. Quanto antes sua empresa começar a construir um histórico completo de informações ligadas a seus colaboradores, melhor. Seja você gestor de RH, analista ou o dono da empresa, ações estratégicas como analisar tendências de contratações, simular custos e cruzar dados tem o poder de amplificar suas funções e sua contribuição para a organização.
E sua empresa não é muito pequena para isso. O fluxo de informações que você pode analisar depende (obviamente) do tamanho da companhia, mas também do setor, da rotatividade, da distribuição geográfica, do perfil de profissionais e de muito mais.
Existem empresas de 50, 80, e até mesmo 100 funcionários com taxas de rotatividade anual atingindo 90%! Se você analisar com um nível maior de profundidade os dados e testar hipóteses de retenção, pode conseguir minimizar o percentual de 90% para 50%. Pois é, o reflexo financeiro é enorme.
Descrever o poder das redes sociais é quase desnecessário. A não ser pelo fato de que elas sejam talvez ainda maiores do que você pensa. De acordo com a “Pesquisa Brasileira de Mídias - 2015”, feita pelo Secom, as três mídias sociais mais usadas no Brasil - Facebook, WhatsApp e YouTube - já contabilizam, respectivamente, 83 milhões, 38 milhões e 17 milhões de usuários brasileiros. Imagine agora os números globais.
São valores que empresa alguma pode ignorar.
O fato é que os funcionários querem ter a possibilidade de usar as redes sociais no trabalho. Não necessariamente para “matar tempo” (embora alguns possam desejá-lo), mas para aliviar a tensão entre uma atividade e outra.