Seja na gestão de pessoas ou na identificação — e consequente retenção — de talentos, a análise de perfil comportamental se destaca como um diferencial para o desenvolvimento de líderes, sabia?
Afinal, por meio da aplicação de suas técnicas é possível aprofundar os conhecimentos do líder nas capacidades e, especialmente, no comportamento de cada colaborador e profissionais em processos seletivos, qualificando ainda mais a tomada de decisão.
Só que a aplicação da análise de perfil comportamental também se destaca por outros fatores. E, ao longo deste post, vamos entender como ela se relaciona com o desenvolvimento de líderes e como combater a concorrência de mercado por meio dessa ferramenta. Confira!
Muitos gestores se deparam com a dúvida de contratar ou não uma consultoria de recrutamento e seleção, seja pelo desconhecimento de seu propósito ou dos benefícios propiciados pelo serviço.
A consultoria pode ser entendida como uma atividade profissional que analisa, propõe e formula soluções a problemas, ou que promove a melhoria de processos. Reformular procedimentos internos para impulsionar o desempenho de uma organização é outra atividade-chave desse tipo de serviço empresarial.
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Recrutar bons profissionais é ao mesmo tempo uma das tarefas mais estratégicas para gestores de equipe e também uma das mais trabalhosas.
Escrever uma boa descrição da vaga, criar um portal corporativo para receber currículos, divulgar nas suas redes sociais corporativas e pessoais, pedir indicação para os seus funcionários... Tudo isso é importante, mas pode não ser suficiente para alcançar o melhor candidato para a função. Portanto, é crucial fazer o chamado recrutamento ativo para atrair os melhores talentos. Recrutamento ativo é o processo de não esperar que os candidatos venham até a sua página e se cadastrem. É ir até os candidatos (que não estão procurando emprego) e abrir um diálogo com eles para avaliar o interesse. Por que fazer recrutamento ativo?
Estudo aponta que um em cada quatro candidatos escolhidos por meio de processos seletivos recusa a proposta de emprego Conforme sabido à exaustão pelos profissionais que atuam no setor de recursos humanos, os processos seletivos devem ser extremamente elaborados para que possam avaliar e identificar os candidatos ideais para os mais diversos cargos de uma empresa. No entanto, a competição do mercado profissional de hoje torna o descobrimento de talentos uma tarefa cada vez mais difícil.
E de acordo com uma pesquisa realizada pela Page Personnel – empresa de recrutamento do Page Group – essa dificuldade vem aumentando cada vez mais, sendo que, no cenário atual, um em cada quatro candidatos escolhidos por meio de processos seletivos acabam recusando as propostas de emprego feitas pelas corporações.
A contratação de trainees passa a ser reavaliada pela maioria das grandes empresas brasileiras, colocando o futuro destes novos profissionais em xeque
A formação de jovens e de novos profissionais sempre teve os programas de trainees entre suas principais bases; no entanto, nos últimos dois anos, o cenário das ofertas para esse tipo de programa vem se modificando, e as grandes empresas (responsáveis por boa parte desses tipos de projeto) andam reavaliando o quanto vale a pena seguir com este modelo de treinamento específico em suas dependências.
Grandes nomes corporativos que, tradicionalmente, sempre investiram trainees – incluindo Bosch, Basf e Itaú Unibanco – andam diminuindo consideravelmente o número de candidatos para esse tipo de programa, levando em consideração uma série de questões que modificam o modo como esses treinamentos são encarados no mundo corporativo.