Tabela do INSS para 2022: confira os reajustes

Marcelo Furtado
Departamento Pessoal
  2 min. de leitura

Todo início de ano, o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) reajusta a tabela de contribuição previdenciária dos trabalhadores brasileiros, seguindo o aumento do salário mínimo.

O salário mínimo em 2022 foi para R$ 1.212,00, conforme divulgado pelo Diário Oficial da União (DOU), começando a partir do mês de janeiro. Com o reajuste, o INSS calcula os valores e alíquotas – porcentagem de imposto sobre o salário – para as outras faixas de renda individual, chegando até o valor teto do Instituto. 

Importante lembrar que o valor máximo do INSS para o segurado empregado chegou a R$7.087,22 em 2022.

Segue a tabela completa, conforme publicando no DOU – Portaria MTP/ME N° 12, DE 17 DE JANEIRO DE 2022:

  • até R$ 1.212,00 – 7,50% – Sem parcela a deduzir
  • de R$ 1.212,01 até R$ 2427,35 – 9,00% – Parcela a deduzir: 18,18
  • de R$ 2.427,36 até R$ 3.641,03 – 12,00% – Parcela a deduzir: 91,0005
  • de R$ 3.641,04 até R$ 7.087,22 – 14,00% – Parcela a deduzir: 163,8211

O teto de desconto do INSS para colaboradores CLT para 2022 é de R$ 828,38, assim como terá mudança no Salário Família, que chegará a R$56,47 – para cada filho que se enquadre nas regras de recebimento – para o segurado com remuneração mensal não superior a R$ 1.655,98.

Como a tabela é calculada

Estes valores são calculados utilizando o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) como referência, índice para reajustes salariais e benefícios previdenciários, que ficou em 10,16% em 2021. O dado foi estimado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). 

O INSS utiliza o dado do ano anterior para recalcular a tabela e determinar as alíquotas para cada faixa do ano seguinte.

Antes de 2020, cada faixa de salário tinha uma alíquota fixa e única, que variava de 8 a 11%. De 2020 em diante, a tabela traz o cálculo de forma progressiva, aumentando de forma gradativa conforme aumenta o salário. 

Quem ganha até um salário mínimo teve uma diminuição de contribuição, baixando para 7,5%, já para os trabalhadores que passaram a ganhar perto do teto, teve um aumento de 3%, pagando 14% mensalmente de alíquota.  

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