A gestão estratégica de pessoas é primordial para construir um negócio de sucesso. Quando se consegue gerir com excelência a força de trabalho, é possível construir um empreendimento sólido e bem-sucedido.
Mas para atingir tal nível de excelência é necessário conhecer as diversas táticas de otimização da gestão de pessoas, as quais vão desde a definição de metas realmente eficientes até a melhoria contínua da comunicação.
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Atualmente é indispensável conhecer e saber aplicar alguns indicadores de gestão de pessoas à empresa. Com uma atuação orientada a métricas, fica muito mais fácil tomar importantes decisões no dia-a-dia do RH, como promover, treinar ou demitir um colaborador.
Os indicadores de desempenho funcionam como um termômetro que define o grau de produtividade de uma pessoa, equipe ou área. Eles podem estar relacionados a nível de satisfação interna, absenteísmo, rotatividade e outras métricas importantes.
Ao acompanhar periodicamente os principais indicadores, é possível construir uma base consistente para o aprimoramento dos processos e crescimento da empresa em geral, sem depender unicamente do feeling ou do achismo do gestor.
A gestão correta e eficiente dos recursos humanos é um ponto essencial para obter bons resultados. Afinal de contas, por melhor que seja o plano de negócios, são as pessoas que fazem a empresa prosperar e progredir. Mesmo assim, muitas companhias ainda relegam o RH a um segundo plano, deixando suas atividades para o departamento administrativo ou financeiro.
Apesar de não ser o ideal, o costume é compreensível, já que montar uma equipe de RH pode representar um alto custo com estrutura e pessoal (tornando-se praticamente inviável para pequenas e médias empresas). Se seu negócio está passando por uma situação parecida, saiba que uma solução contundente é procurar uma agência de RH.
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Comunicação interna e RH têm tudo a ver. Se o gestor é responsável pela comunicação entre os funcionários de sua equipe, o departamento de Recursos Humanos fica a cargo da comunicação da empresa como um todo, principalmente no que se refere aos diálogos "empresa x funcionário" e "funcionário x empresa".
E praticar uma comunicação eficiente é mais difícil do que se imagina.
Uma das soluções é adotar uma (ou mais de uma, em alguns casos) rede social corporativa que fomente o diálogo de funcionário, gestor, RH e empresa como um todo. E nesse momento surge a dúvida: em meio a tantas opções, como saber qual rede social corporativa devo escolher?
Esqueça as planilhas de Excel e comece a usar um software.
Não, as planilhas não são inimigas do RH. Elas são um recurso que as organizações -- principalmente as pequenas e médias -- encontram para gerenciar alguns de seus processos. Quando o volume de informações é pequeno, uma planilha de Excel resolve. Mas quando esse volume começa a aumentar... a situação pode se tornar insustentável.
O RH é um departamento que sofre com isso. Desde a gestão de benefícios corporativos até a gestão do relógio de ponto, são vários os controles que acabam sendo executados por meio das boas e velhas planilhas. Isso sem mencionar o controle de férias, um dos mais arriscados.
Se você é dono de um pequeno ou médio negócio, aumentar lucro e crescer rapidamente devem ser objetivos-chave em seu planejamento, certo?
Você sabia que é possível aumentar o lucro da empresa com pequenas ações nas mais variadas áreas, como RH e Treinamento de Colaboradores? É isso mesmo :) O que são hacks? Por que eles são importantes para PME's? Hacks são ações criativas para atingir um determinado objetivo. Se você quer melhorar seu desempenho na categoria "falar em público", um hack interessante é treinar seu discurso em frente a várias cadeiras vazias viradas para você.
Admissão e desligamento de colaboradores; controle de férias; gestão de benefícios corporativos; cálculo de folha de pagamento. Todas essas atividades estão na alçada da gestão de pessoas. E eficiência máxima na execução delas dificilmente é encarada com prioridade em empresas de quaisquer portes, sendo negligenciada em favor de atividades de mais prestígio nas organizações -- como Marketing, Vendas e Finanças.
Mas aos poucos a visão de que pessoas (e, portanto, a administração delas) são o ativo mais precioso na coluna de ativos empresarial se torna cada vez mais popular. O que não significa que ter organização na gestão de pessoas ainda não seja um desafio em pequenas e médias empresas.
Antes de mergulhar mais a fundo no assunto, vale salientar que ter uma gestão de pessoal bem orquestrada é fundamental não somente para PME's, mas para empresas de qualquer porte, até mesmo multinacionais.
É curioso como existem práticas corporativas que o mercado enxerga como “ações de empresa grande”. A lista é extensa: terceirização de comunicação e publicidade, contratação de softwares de apoio (CRM e aplicativos contábeis, por exemplo), tomada de empréstimos bancários, emissão de debêntures, dentre outros. Gestão de RH figura entre os itens capitais dessa lista, pois quase tudo que é de competência de Recursos Humanos é deixado para escanteio até que a situação se torne insustentável.
O departamento de Recursos Humanos já foi vista como o patinho feio das empresas. Era comum que profissionais do RH ganhassem menos, fossem menos valorizados pelos colegas de outros departamentos e tivessem menos voz ativa em reuniões gerenciais. Essa cultura está mudando em organizações de grande porte, nas quais o papel do RH tem se tornado cada vez mais estratégico -- com diretores da área recebendo salários maiores e sendo cotados para assumir a posição de CEO.
Mas o paradigma antigo se mantém nas pequenas e médias empresas, as PME's.
Produtividade é um dos predicados mais valorizados no mundo corporativo. Qual profissional não é cobrado de seu chefe para produzir o máximo possível?
No RH não é diferente. Todos os colaboradores e gestores de Recursos Humanos desejam ser mais produtivos e apresentar os melhores resultados para a empresa.
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A maioria dos departamentos de Recursos Humanos de empresas brasileiras se enquadram na seguinte descrição: mesas cobertas por pilhas de papéis, muito tempo gasto na em atividades de Departamento Pessoal (controle de férias, gestão de benefícios, admissões/desligamentos, e por aí vai) e uso intensivo de planilhas de Excel para computar dados.
Se você se identificou com as características descritas acima, é porque o RH da sua empresa está atolado de tarefas burocráticas e não tem tempo para se dedicar ao que é mais importante, a gestão de pessoas.
Algum tempo atrás, pensar em um departamento de Recursos Humanos focado em ROI (return on investment) não passava de uma ideia inocente. Ter um departamento de Finanças, de Vendas, ou até de Marketing, com o viés do retorno sobre o investimento era até óbvio, mas um RH com preocupação financeira como sua principal diretriz?
Os pensamentos que surgem na cabeça de gestores de RH quando se defrontam com esse conceito é:
“Como vou me preocupar com resultados financeiros se minha área lida com assuntos como contratações, desligamentos, benefícios e folha de pagamento?”
Fantasmas são criaturas perigosas e aterrorizantes por causa de seu poder de invisibilidade. Às vezes estão muito próximos de nós e, mesmo assim, não temos a mais pálida ideia de que existem (e menos ainda do mal que nos fazem).
É o que acontece com os fantasmas que assombram a área de Recursos Humanos das mais variadas empresas. Eles sugam tempo dos colaboradores e dinheiro dos donos com um aspirador mudo.
Mas antes que você comece a duvidar do estrago que essas almas malignas podem causar em seu negócio, presta atenção em um dado inimaginável (mas verdadeiro): você sabia que os custos envolvidos nas tarefas de Departamento Pessoal - como folha de pagamento e benefícios corporativos - podem chegar a 72% da receita bruta da empresa?