7 estratégias de redução de custos para implementar na empresa

Tempo de leitura: 6 minutos

Custos elevados podem prejudicar a empresa de várias formas, reduzindo sua rentabilidade e sua capacidade de investimento. Mais: mitigam o nível de competitividade do empreendimento. Por isso, é importante conhecer boas estratégias de redução de custos.

Antes, é preciso deixar claro: cortar gastos não é fácil. Alguém sempre se considera lesado e as reclamações costumam ocorrer. Para que não seja assim, desde o início, é preciso adotar uma comunicação clara com o time e explicar a importância dos cortes que serão feitos.

Entendemos muito do tema e queremos ajudar você. Por isso, vamos esclarecer 7 estratégias de redução de custos para implementar com sucesso na sua empresa. Continue a leitura!

1. Divida os custos estratégicos e não estratégicos

Alguns custos são realmente bons para a empresa, pois ajudam a fechar novos negócios e a aumentar a eficiência diária. É o caso dos investimentos em marketing ou integração de novas tecnologias. Eles são chamados de estratégicos, pois possibilitam mais ganhos financeiros.

Por outro lado, existem gastos necessários exclusivamente à manutenção da empresa e que não agregam muito valor. Os custos tributários, de energia elétrica ou aluguel do imóvel são exemplos. Sim, eles são importantes, mas certamente não são estratégicos para a empresa.

Então, como primeira dica, aproveite para listar todos os seus custos. Depois, avalie-os como estratégicos ou não estratégicos, de acordo com o nível de retorno oferecido à empresa. Assim, de imediato, terá uma visão sistêmica dos possíveis cortes de gastos.

2. Maximize a eficiência dos custos estratégicos

Os custos estratégicos ajudam a sua empresa a ser melhor do que a concorrência e alcançar uma posição defensável no mercado. Por isso, é difícil simplesmente cortá-los. O recomendado é reduzir o investimento feito ou estabelecer metas mais elevadas de retorno sobre investimento (ROI).

No primeiro caso, faça pequenos cortes, de até 5% ou 7%. O orçamento destinado para o marketing, por exemplo, pode ser 5% menor e mais bem aproveitado. É um corte pequeno, que não afeta tanto o orçamento do setor e que ajuda na rentabilidade do negócio.

A outra dica é: maximize a eficiência. Avalie como os atuais investimentos estratégicos podem gerar mais retorno sobre investimento, com os mesmos recursos financeiros ou até com recursos inferiores. Para tanto, estabeleça metas desafiadoras de ROI.

3. Corte os gastos que não são estratégicos

Na medida do possível, corte os custos que não são estratégicos. Alguns gastos triviais e que não se justificam podem ser eliminados totalmente. Outros, só precisam ser reduzidos para que se adequem à realidade da empresa. O objetivo é arquitetar um negócio mais enxuto.

Um bom exemplo são os tributos. Estar enquadrado em um regime tributário inadequado pode fazer com que tenha mais despesas que o devido, sem que isso gere qualquer ganho. Então, sente-se com o contador da empresa para avaliar quais tributos podem ser cortados.

Outros recursos essenciais, como energia elétrica e materiais de limpeza, podem passar por reduções significativas, de 25% a 50%. Por exemplo, chame um representante da operadora de energia elétrica para avaliar quais mudanças podem reduzir o consumo elétrico mensal.

4. Estabeleça um teto de gastos mensais

Em muitas empresas, há um verdadeiro descontrole do limite de gastos mensais. Como ninguém sabe até quanto pode gastar, usa sua consciência para definir esse limite e acaba por ultrapassar o que seria ideal. Para mudar isso, é simples: tenha um teto de gastos.

Reúna-se com os principais líderes da empresa, em especial do setor financeiro, e avalie a trajetória de gastos dos últimos meses. Quais foram os custos? Foram suficientes? Depois, defina um teto que oriente os gastos futuros, algo entre 5% e 10% inferiores aos meses passados.

Comunique todos os funcionários sobre a mudança financeira. Explique que todos terão que se adaptar, em maior ou menor grau. Depois, alinhe a liderança para que promova cortes em seus respectivos setores, eliminando primeiramente os custos não estratégicos.

5. Renegocie com os principais fornecedores

Uma das maneiras menos dolorosas de reduzir custos é renegociar com os fornecedores. Caso consiga diminuir os custos de compra, terá uma margem de venda superior e poderá desfrutar de um negócio mais lucrativo. A questão-chave é: como fazer essa negociação?

Primeiro, avalie se está pagando um preço justo. Investigue quanto os seus concorrentes pagam pelo mesmo produto/serviço. Avalie, ainda, quanto outros fornecedores cobram pelo mesmo produto/serviço. O objetivo é obter o máximo de informações antes da negociação.

Depois, convide seu fornecedor para conversar. Envolva-se pessoalmente na negociação, tenha os dados levantados à mão e estabeleça uma meta de redução dos gastos entre 2% e 5%, por exemplo. Se não conseguir negociar, avalie a possibilidade de trocar de fornecedor.

6. Mantenha equipes enxutas

Uma enorme fonte de custos é a folha de pagamento. Em empresas menores, os gastos com pessoal representam facilmente 1/3 das contas. Nas prestadoras de serviço, como escolas ou clínicas de estética, a folha de pagamento representa 50% ou mais dos gastos.

Exatamente por isso, é preciso aproveitar ao máximo os funcionários e garantir que todos tenham uma boa performance no expediente. Definir metas individuais, monitorar os indicadores de desempenho e estimular uma liderança mais presente são bons passos.

No entanto, o mais interessante é optar por equipes enxutas. Estabeleça times pequenos e competentes para entregar bons resultados. Recompense essa equipe de acordo com o nível de entrega diária. Assim, terá maior produtividade e poderá reduzir os custos com pessoal.

7. Conte com bons softwares de gestão

A tecnologia também reduz custos. Ela permite que muitas tarefas sejam automatizadas, deixando que os funcionários foquem no que é estratégico, enquanto as máquinas cuidam das rotinas repetitivas. Além disso, reduz o número de erros e problemas no expediente.

Um bom exemplo é o software de departamento pessoal. Ele simplifica e até automatiza algumas tarefas ligadas ao controle da folha de pagamento, férias, distribuição de holerites, comunicação com os funcionários e assim por diante. Isso, claro, reduz custos indesejados.

Como pode observar, existem diferentes estratégias de redução de custos. Classificar os gastos e estabelecer o teto são os primeiros passos. Também é preciso contar com tecnologias que tornem as tarefas diárias mais fluidas e acertadas, como softwares de gestão. Assim, poderá reduzir custos e garantir a construção de um negócio bem-sucedido.

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