Marcelo Furtado é Administrador de empresas com pós-graduação em Engenharia Financeira pela Poli-USP. Iniciou sua carreira na Pepsico e posteriormente trabalhou 8 anos com gestão de ativos em hedge funds. É cofundador da Convenia, primeiro software na nuvem de Gestão de RH e Departamento Pessoal voltado para pequenas e médias empresas no Brasil. Marcelo também atua como professor de Marketing Digital na ESPM-SP e mentor na ACE e Google Campus.
Segundo o relatório da Organização Internacional do Trabalho, cerca de 2,8 milhões de trabalhadores morrem todo ano por conta de acidentes de trabalho. Por isso, a segurança do trabalho precisa ser valorizada pelas empresas e seus colaboradores. Afinal, ela não só procura garantir a integridade dos funcionários, mas também proporciona resultados que impactam todo o negócio.
Quem presta atenção no dia a dia empresarial sabe que a comunicação interpessoal no trabalho é um dos fatores mais importantes para o sucesso, seja você um funcionário subordinado ou um profissional em cargo de liderança.
Enquanto muitos não possuem uma facilidade natural para o exercício da comunicação constante, tal fator jamais pode ser considerado como irrelevante. Afinal, a falta de conhecimento e da prática de troca de ideias pode gerar uma série de conflitos desnecessários no ambiente de trabalho – tudo em função da falta de abertura e jeito para expor opiniões e ouvir posições diferentes.
Atualmente, a liderança é um dos assuntos mais difundidos no mundo dos negócios. Cerca de 81% das empresas da América Latina consideram o assunto importante ou muito importante, segundo a Deloitte. Contudo, como engajar uma equipe usando a liderança e a motivação?
Com a globalização, a modernização de alguns setores se tornou necessária. Trabalhos antes executados manualmente passaram a ser transpassados digitalmente. Nas empresas, o setor de Recursos Humanos foi equipado com o Software de RH, solução eficaz que facilita a jornada de trabalho.
Muito se fala sobre motivação e engajamento no mundo corporativo. As empresas, agindo sob a premissa (correta) de que um colaborador feliz no trabalho é um colaborador produtivo, se movimentam para criar políticas que fomentem a satisfação dos colaboradores. Afinal, ninguém quer perder talentos para o concorrente só porque um salário maior foi oferecido. É por isso que definir os benefícios para funcionários pode ser crucial para engajar a equipe.
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O problema é que o RH dessas mesmas empresas se sente perdido no momento de escolher os benefícios que vão catapultar a satisfação dos funcionários no trabalho. Não sabem quais são os que mais motivam ou quais apresentam a melhor relação custo/benefício.
Oferecer um bom salário sempre foi visto como o principal meio em que as empresas podem atrair e reter os bons talentos. Contudo, ele já deixou de ser o único item avaliado pelos profissionais. Por isso, os gestores estão cada vez mais atentos ao chamado salário emocional.
Já faz um tempo que a tecnologia em recursos humanos permite aos profissionais do setor maior acesso a dados e recursos para melhorar planos e estratégias. Além disso, ferramentas disponibilizadas ao longo dos últimos anos auxiliam no monitoramento da atuação de funcionários, possibilitando um reconhecimento adequado de performances e a elaboração de planos cada vez mais eficazes na captação de talentos.
Constantemente, a tecnologia em recursos humanos oferece oportunidades para que empresas e profissionais reavaliem o desenvolvimento de seus processos, algo capaz de organizar e otimizar tarefas. Além de permitir mais agilidade e precisão nas funções do setor de RH, essas ferramentas também podem influenciar na percepção de performances de colaboradores.
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Entender a diferença entre salário e remuneração é importante para manter a saúde financeira da sua empresa. Embora esses dois termos costumem ser usados pelos brasileiros para se referir à mesma coisa, há diferenças significativas.
Se você é gestor e não sabe dessa diferença, isso pode trazer alguns prejuízos financeiros e trabalhistas para a sua empresa. Isso porque os dois devem estar registrados no contrato de trabalho e detalhadamente revistos de acordo com a CLT. Caso a empresa sofra algum processo trabalhista, as decisões irão ser tomadas com base no pagamento do salário e nas remunerações previstas no contrato. E se não houver essa diferenciação, os custos podem ser extremamente altos para a organização.
Portanto, é fundamental saber do que cada um deles se refere. Mas não se preocupe! Neste artigo iremos explicar tudo e esclarecer todas as suas dúvidas. É só continuar acompanhando a leitura!
A demissão sem justa causa do colaborador deverá seguir uma sequência de tarefas burocráticas para finalizar o processo de acordo com a legislação, como aviso prévio, férias, 13º salário, FGTS, exame demissional, carteira de trabalho, termo de rescisão, e-social, seguro desemprego etc.
Um dos principais desafios enfrentados por empresas de rápido crescimento é recrutar, selecionar e contratar os colaboradores certos para acompanhar essa evolução.
Quem está por dentro das normas reunidas na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) já sabe que há algumas ocasiões em que a falta de um empregado é justificada e, em função disso, abonada – garantindo o recebimento da remuneração do empregado por inteiro, independentemente da ausência ocorrida. No entanto, é preciso estar ligado nas licenças trabalhistas previstas pela CLT para que se tenha direito a esse tipo de benefício — tendo em vista que nem toda ausência pode ser justificada ou abonada pela empresa.