Marcelo Furtado é Administrador de empresas com pós-graduação em Engenharia Financeira pela Poli-USP. Iniciou sua carreira na Pepsico e posteriormente trabalhou 8 anos com gestão de ativos em hedge funds. É cofundador da Convenia, primeiro software na nuvem de Gestão de RH e Departamento Pessoal voltado para pequenas e médias empresas no Brasil. Marcelo também atua como professor de Marketing Digital na ESPM-SP e mentor na ACE e Google Campus.
Saber como ser um líder é um importante passo. Afinal, o crescimento da empresa e o sucesso das equipes depende disso. Sem bons líderes, seria muito difícil atingir os objetivos organizacionais, assim como manter os profissionais motivados e engajados. É importante lembrar que nem todo chefe — portador do poder posicional — é um líder. Aliás, há profissionais que possuem uma posição de comando na organização, mas não sabem influenciar seus subordinados, precisando partir para a coação. É por isso que quem atua no mercado de hoje sabe o quão importante pode ser uma liderança de qualidade. Contando com a chance de possibilitar o aumento de produtividade por meio de ações de motivação e reconhecimento, os grandes executivos de empresas de todo tipo de porte devem estar sempre ligados nas oportunidades que surgem para aperfeiçoar suas atuações. Pensando nisso, desenvolvemos um guia completo para você, com dicas de ouro sobre como desenvolver uma liderança de sucesso. Continue a leitura e fique por dentro do assunto! Quais são os tipos de líder? Apesar dos traços comuns, os líderes não são todos iguais. Uma teoria bastante conhecida sobre liderança é a “Teoria dos Estilos de Decisão dos Líderes”. Nela, estão englobados apenas três tipos: o autocrático, o liberal e o democrático. Contudo, não há dúvidas que no mercado corporativo atual existem diferentes tipos de líderes, que possuem comportamentos distintos e que influenciam de forma específica o comportamento de toda a equipe e o ambiente de trabalho. Conheça abaixo alguns exemplos:
Ser um empreendedor de sucesso é um sonho cada vez mais comum no mercado da atualidade. Para quem deseja ter o seu próprio negócio, é preciso ter um bom planejamento e investidores em potencial para que este empreendimento possa evoluir da melhor maneira. A verdade é que empreendedores surgem aos montes todos os dias no mercado de trabalho. Contudo, para fazer um novo negócio dar certo, diversos fatores importantes devem ser levados em consideração. Com cada vez menos tempo e mais tarefas, quem abre um empreendimento próprio deve lidar com questões variadas, inclusive a administração de empregados (e, consequentemente, o setor de recursos humanos) como um de seus pontos-chave. Para descobrir todos os passos e segredos para empreender, continue acompanhando a leitura e veja o nosso guia completo! O que é empreendedorismo de sucesso? O empreendedorismo de sucesso é aquele alcançado por pessoas que possuem características únicas, e que são comuns a boa parte dos empresários que se tornam extremamente bem-sucedidos no mundo dos negócios. Liderança, motivação e reconhecimento são quesitos imprescindíveis para engajar funcionários e promover a sinergia entre colaboradores no ambiente de trabalho. Esses devem ser itens constantemente abordados na atuação dos empreendedores.
As políticas de Recursos Humanos (RH) são de suma importância para as corporações contemporâneas. Afinal, elas já perceberam que a maior fonte de seu capital é proveniente de equipes de alta performance atuando em seu quadro de colaboradores.
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Logo, tornou-se uma necessidade avaliar e aprimorar as estratégias de RH para garantir uma melhoria contínua, tanto do quadro de funcionários, como da produtividade. Também é preciso estar atento à qualidade do serviço prestado e à motivação dos integrantes da corporação de modo geral.
Segundo o relatório da Organização Internacional do Trabalho, cerca de 2,8 milhões de trabalhadores morrem todo ano por conta de acidentes de trabalho. Por isso, a segurança do trabalho precisa ser valorizada pelas empresas e seus colaboradores. Afinal, ela não só procura garantir a integridade dos funcionários, mas também proporciona resultados que impactam todo o negócio.
Quem presta atenção no dia a dia empresarial sabe que a comunicação interpessoal no trabalho é um dos fatores mais importantes para o sucesso, seja você um funcionário subordinado ou um profissional em cargo de liderança.
Enquanto muitos não possuem uma facilidade natural para o exercício da comunicação constante, tal fator jamais pode ser considerado como irrelevante. Afinal, a falta de conhecimento e da prática de troca de ideias pode gerar uma série de conflitos desnecessários no ambiente de trabalho – tudo em função da falta de abertura e jeito para expor opiniões e ouvir posições diferentes.
Atualmente, a liderança é um dos assuntos mais difundidos no mundo dos negócios. Cerca de 81% das empresas da América Latina consideram o assunto importante ou muito importante, segundo a Deloitte. Contudo, como engajar uma equipe usando a liderança e a motivação?
Com a globalização, a modernização de alguns setores se tornou necessária. Trabalhos antes executados manualmente passaram a ser transpassados digitalmente. Nas empresas, o setor de Recursos Humanos foi equipado com o Software de RH, solução eficaz que facilita a jornada de trabalho.
Muito se fala sobre motivação e engajamento no mundo corporativo. As empresas, agindo sob a premissa (correta) de que um colaborador feliz no trabalho é um colaborador produtivo, se movimentam para criar políticas que fomentem a satisfação dos colaboradores. Afinal, ninguém quer perder talentos para o concorrente só porque um salário maior foi oferecido. É por isso que definir os benefícios para funcionários pode ser crucial para engajar a equipe.
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O problema é que o RH dessas mesmas empresas se sente perdido no momento de escolher os benefícios que vão catapultar a satisfação dos funcionários no trabalho. Não sabem quais são os que mais motivam ou quais apresentam a melhor relação custo/benefício.
Oferecer um bom salário sempre foi visto como o principal meio em que as empresas podem atrair e reter os bons talentos. Contudo, ele já deixou de ser o único item avaliado pelos profissionais. Por isso, os gestores estão cada vez mais atentos ao chamado salário emocional.
Já faz um tempo que a tecnologia em recursos humanos permite aos profissionais do setor maior acesso a dados e recursos para melhorar planos e estratégias. Além disso, ferramentas disponibilizadas ao longo dos últimos anos auxiliam no monitoramento da atuação de funcionários, possibilitando um reconhecimento adequado de performances e a elaboração de planos cada vez mais eficazes na captação de talentos.
Constantemente, a tecnologia em recursos humanos oferece oportunidades para que empresas e profissionais reavaliem o desenvolvimento de seus processos, algo capaz de organizar e otimizar tarefas. Além de permitir mais agilidade e precisão nas funções do setor de RH, essas ferramentas também podem influenciar na percepção de performances de colaboradores.
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Entender a diferença entre salário e remuneração é importante para manter a saúde financeira da sua empresa. Embora esses dois termos costumem ser usados pelos brasileiros para se referir à mesma coisa, há diferenças significativas.
Se você é gestor e não sabe dessa diferença, isso pode trazer alguns prejuízos financeiros e trabalhistas para a sua empresa. Isso porque os dois devem estar registrados no contrato de trabalho e detalhadamente revistos de acordo com a CLT. Caso a empresa sofra algum processo trabalhista, as decisões irão ser tomadas com base no pagamento do salário e nas remunerações previstas no contrato. E se não houver essa diferenciação, os custos podem ser extremamente altos para a organização.
Portanto, é fundamental saber do que cada um deles se refere. Mas não se preocupe! Neste artigo iremos explicar tudo e esclarecer todas as suas dúvidas. É só continuar acompanhando a leitura!
A demissão sem justa causa do colaborador deverá seguir uma sequência de tarefas burocráticas para finalizar o processo de acordo com a legislação, como aviso prévio, férias, 13º salário, FGTS, exame demissional, carteira de trabalho, termo de rescisão, e-social, seguro desemprego etc.