São muitas funções e serviços que o gestor de RH exerce. Entre as principais, a gestão do contrato de experiência aparece como essencial para a manutenção e integração do colaborador. É importante entender o funcionamento e as implicâncias de erros em contratos como esse. Por isso, preparamos um artigo com informações essenciais sobre o assunto. Neste post, você entenderá a finalidade do contrato de experiência, o seu funcionamento e os direitos do trabalhador a serem respeitados. Veja! O que é contrato de experiência e qual sua funcionalidade? Contrato de experiência trata-se de uma modalidade de contrato por prazo determinado. Sua principal finalidade é a de verificar se o profissional tem aptidão ou não para exercer a função para a qual foi contratado.
Ao sofrer uma demissão por justa causa, o trabalhador deve manter-se atento em relação aos seus direitos. Nesses casos, as penalidades podem ser aplicadas em decorrência de uma série de fatores. O departamento de Recursos Humanos, portanto, deve estar a par de todas as regras e normas que delimitam as leis trabalhistas com o objetivo de resguardar-se de possíveis desentendimentos.
A gestão de jornada de trabalho é um serviço feito em conjunto pelos setores de recursos humanos (RH) e departamento pessoal (DP). Quando não realizado de forma eficiente, a empresa pode colher resultados negativos, como processos judiciais e prejuízos financeiros.
O controle de jornada durante o home office é algo que precisa ser feito com cautela. Como o colaborador não está na sede da empresa, é necessário buscar métodos para acompanhar a produtividade.
A gestão de pessoas engloba uma área interna que causa muitas dúvidas nos profissionais do RH: os atrasos no trabalho. Infelizmente, essa é uma situação que ocorre em todas as empresas, mas o volume desses atrasos varia de acordo com as medidas adotadas em cada organização.
De acordo com o artigo 464 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), bem como o artigo 225 do Decreto n0 3.048/99, são obrigatórios os registros, na folha de pagamento, das remunerações, descontos, adicionais salariais e outras informações que integram o salário do trabalhador.
Dentre todas as profissões que existem em nossa sociedade, algumas atividades laborais geram riscos à saúde e segurança do trabalhador. Para serviços assim, a legislação trabalhista prevê o pagamento de um acréscimo ao salário: o adicional de insalubridade.
Você tem na ponta do lápis o custo de um funcionário? Em um país com uma legislação trabalhista tão complexa e protecionista como a brasileira, dúvidas como essa são comuns, principalmente aos que não lidam diariamente com atividades de Departamento Pessoal ou Contabilidade. Mas é fundamental ter controle sobre tais gastos. Está com problemas financeiros na sua empresa ou quer aumentar o quadro de funcionários, mas não sabe como calcular o custo de um funcionário? Baixe aqui a PLANILHA GRATUITA e realize os cálculos em poucos minutos! Se a sua resposta à pergunta do primeiro parágrafo do texto foi “não”, acompanhe a leitura deste artigo. A seguir, vamos explicar como calcular o custo de um funcionário para a sua empresa. Confira! Por que saber o custo de um funcionário? Toda empresa que está inserida em um mercado competitivo precisa estar atenta ao aspecto financeiro para manter a saúde e honrar as dívidas existentes. Caso contrário, o negócio perde em lucro e rentabilidade.
As despesas operacionais de uma empresa devem ser bem gerenciadas. Afinal, sem essa prática, o negócio não tem recursos para investimentos e fica difícil sobreviver aos impactos econômicos que surgem a todo o instante. Para ter sucesso nesse processo, muitas organizações utilizam o centro de custo.
O último momento do colaborador na empresa pode ser tratado basicamente de duas formas: com o aviso prévio indenizado ou o trabalhado. Entender bem esses dois institutos é fundamental para o gestor de excelência, garantindo sempre um bom trabalho do setor de Recursos Humanos.
As contribuições previdenciárias são obrigações presentes na vida dos empresários durante muitas décadas. Elas são utilizadas para fomentar o sistema de aposentadoria do Governo Federal, servindo como lastro financeiro e garantindo que os segurados tenham acesso a seus respectivos benefícios.
No entanto, com as mudanças de alguns pontos da legislação trabalhista e previdenciária e os impactos econômicos causados pela pandemia de coronavírus, muitas alterações foram necessárias para garantir a sustentabilidade de todo esse complexo sistema.
No artigo que você está lendo, discorreremos sobre os principais pontos dessas alterações e os impactos causados nas contribuições previdenciárias. Acompanhe!
O imposto de renda é uma obrigação de pessoas e empresas. O valor, cobrado de acordo com os rendimentos declarados, é composto por recursos tributáveis (como o salário) e outros impostos retidos na fonte. Para muitos, o assunto é extremamente complexo e gera muitas dúvidas. Geralmente, pessoas físicas e jurídicas contratam os serviços de uma empresa de contabilidade para ficar em dia com as suas obrigações. Mesmo assim, conhecer todas as questões atreladas ao chamado leão é fundamental para o planejamento financeiro e evitar surpresas no envio da declaração. Dedicamos este artigo ao imposto retido na fonte. Acompanhe e saiba mais! Como acontece os impostos retidos na fonte? O Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) é o desconto aplicado na folha de pagamento do trabalhador assalariado, com relação à sua remuneração e sobreposto pela Receita Federal mensalmente. Esse cálculo considera: